Uma previsão: o cinema assistido por IA irá revolucionar completamente a produção cinematográfica — mas não da maneira que você pensa. A cada ano, no teatro, há muitas reinterpretações e reencenações de histórias clássicas, desde Romeu e Julieta ambientado na cidade de Nova Iorque (West Side Story) até produções como Sleep No More, que ambienta Macbeth em um hotel dos anos 1930 de um filme de Alfred Hitchcock. Isso tem sido comum no teatro há anos e a ascensão da IA trará o mesmo tipo de filtros de humor para todos os tipos de narrativas visuais. Você vê precursores disso com Francis Ford Coppola ambientando "Coração das Trevas" no meio da Guerra do Vietnã com "Apocalypse Now." Mas em breve veremos uma expansão em massa disso de maneiras que nunca imaginamos. Como seria Harry Potter ambientado na ocupação japonesa da Coreia em 1915? Saving Private Ryan como uma farsa musical? Se isso soa como uma blasfêmia, esse é exatamente o ponto. Semelhante a como o vídeo digital mudou a produção cinematográfica da noite para o dia (blair witch), a IA fará o mesmo. Isso não será o fim para os diretores de cinema. Em vez disso, será a maior era de ouro da produção cinematográfica que já vimos. Pessoalmente: estou ansioso para que cada livro de Tom Clancy possa ser trazido à vida. 2026 será o ano em que veremos o primeiro desses.